O que o Pix e o gov.br provam
O Brasil tem prova viva de que o Estado sabe inovar em escala e no interesse público.
O Fórum do Progresso defende um projeto de país em que a inovação reduz o custo de vida, amplia direitos e promove a melhoria de serviços públicos — com todo mundo se beneficiando dos saltos tecnológicos.
O Brasil tem prova viva de que o Estado sabe inovar em escala e no interesse público.
O debate brasileiro sobre tributação da economia digital costuma importar um diagnóstico que não é o nosso.
A desinformação organizada é uma ameaça concreta à democracia brasileira, e o campo progressista foi alvo dela antes de ser legislador sobre ela.
O trabalho por plataforma é hoje, para muita gente, a porta de entrada no mercado — e, para outra parte, a renda que aparece no dia seguinte a uma demissão.
A discussão brasileira sobre inteligência artificial começou pelo fim: pelo risco.
A concorrência no ambiente digital beneficia quem chega depois. O alvo é a barreira de entrada, não o tamanho de quem já está dentro.
Somos uma coalizão de política tecnológica que acredita no que a tecnologia pode fazer — e que essa promessa não é de um campo só. Inovação, IA e novas ferramentas devem chegar a todo mundo, baixar o custo de vida, ampliar direitos e tornar o Estado mais capaz. O tecno-otimismo não tem dono; foi só abandonado.
Quem é o Fórum do Progresso →Um diagnóstico do que trava a política tecnológica brasileira e das poucas alavancas que, mexidas juntas, destravam o resto.
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A tecnologia deve baixar o custo de vida, ampliar o acesso a oportunidades, fortalecer comunidades e dar mais poder tanto a consumidores quanto a trabalhadores. Com política inteligente, a inovação ajuda a construir uma economia mais justa, uma democracia mais saudável e um futuro mais sustentável.