Estado digital & serviços públicos
O Pix e o gov.br são a prova de que o Estado brasileiro sabe inovar em escala e no interesse público. São também a autocrítica mais dura que o campo progressista tem.
Estado digital & serviços públicos
O Pix e o gov.br são a prova de que o Estado brasileiro sabe inovar em escala e no interesse público. São também a autocrítica mais dura que o campo progressista tem.
O diagnóstico
Onde houve mandato claro, equipe técnica dentro do Estado e padrão aberto obrigatório, funcionou. Onde a política virou contrato de fornecedor — com o conhecimento saindo junto com o consultor —, não funcionou. A diferença é institucional, não tecnológica.
O que defendemos
- Carreira e equipe técnica permanentes no Estado, sem terceirizar o núcleo.
- Interoperabilidade obrigatória entre União, estados e municípios, por padrão aberto.
- Serviço medido por tempo de resolução para o cidadão, não por sistema entregue.
A tensão que reconhecemos
Digitalizar sem cuidado exclui. Quem não tem conexão estável, aparelho ou letramento digital não pode perder o balcão. Atendimento presencial preservado é parte da política digital, não o seu oposto.