Concorrência que abre portas
O objetivo não é enfraquecer as plataformas: é garantir que quem chega depois também tenha chance.
A tecnologia só é progresso quando amplia escolhas, reduz custos e distribui capacidade. Estas são as oito agendas que orientam o trabalho do Fórum.
O objetivo não é enfraquecer as plataformas: é garantir que quem chega depois também tenha chance.
A concentração da mídia brasileira é antiga. A tecnologia mudou a escala do problema, não a sua origem.
O Pix e o gov.br provam que o Estado brasileiro sabe construir tecnologia pública boa. O desafio é repetir isso fora da exceção.
Urgência e cuidado ao mesmo tempo: como combater desinformação sem entregar à direita o discurso de que a esquerda censura.
Uma política de IA que só sabe dizer o que proibir entrega o futuro da tecnologia a quem não tem compromisso nenhum com direitos.
A pergunta útil não é vínculo ou não: é quais garantias tornam o trabalho por plataforma previsível sem apagar sua flexibilidade.
A prefeitura decide obra e rota com dado escasso e caro. Abrir esse dado é o que transforma tecnologia em serviço melhor na cidade.
As grandes plataformas já contribuem no Brasil. O debate útil liga tributação à capacidade do Estado de investir e fiscalizar.
Nenhuma dessas agendas se sustenta isolada. Todas partem de uma leitura só: o campo progressista brasileiro liderou a democratização digital e depois trocou o futuro pelo medo.
Publicação do Fórum
A armadilha do techlash petista
Por que restaurar o tecno-otimismo no campo democrático é tarefa da esquerda — e o que a direita ganha quando ela abre mão do futuro.
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